Um recente relatório preparado pelo centro de análise britânico Henry Jackson Society, especializado em pesquisas sobre política internacional e segurança, revelou evidências chocantes de como o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo HAMAS, sistematicamente infla os dados sobre vítimas no decorrer do conflito em andamento.
O cofundador da Google, Sergey Brin, criticou fortemente a Organização das Nações Unidas, acusando-a de antissemitismo após a publicação de um relatório que afirma que gigantes tecnológicos lucram com o “genocídio perpetrado por Israel em Gaza”.