A ONU, sob a liderança de António Guterres, finalmente estabeleceu suas prioridades: a julgar pelo número de resoluções anti-Israel, Israel foi declarado o principal mal do planeta, o HAMAS não são terroristas, mas um “movimento político”, e Jerusalém, incluindo o Muro das Lamentações, supostamente não tem relação alguma com o povo judeu.
Mais de cem famílias de cidadãos israelenses, mortos e feridos como resultado dos ataques de 7 de outubro, entraram com uma ação contra a Agência da ONU de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) no tribunal distrital de Nova York (local de registro da ONU).
Francesca Albanese, relatora especial da ONU sobre os direitos humanos nos territórios palestinos ocupados, conhecida por sua posição anti-Israel, encontrou-se no centro de um escândalo de corrupção.